O Parque da Independência, mais conhecido como Museu do Ipiranga fica no bairro do Ipiranga possui hoje 161.300 m² e tera em breve incorporados mais 21.188 m². O parque abriga no seu interior o Museu Paulista, A Casa do Grito, e o Monumento à Independência, além de possuir no seu interior Jardins e uma pista de cooper em meio de um bosque.
O parque é administrado pela Prefeitura de São Paulo, com exceção do Museu Paulista que é administrado pela USP.
Visitei hoje o parque no horário do almoço e constatei a agradável surpresa de ver que foram instalados 10 paraciclos, em formato de U, dentro da parte superior do parque, próximo ao Museu.
Chegando ao parque, entrando pela Rua Xavier de Almeida, dei de cara com uma placa já conhecida:
Desci da bicicleta e continuei empurrando. Logo vi os Paraciclos no meu lado direito:
Não existe nenhuma placa informando aonde estão os paraciclos. Se você entra pela entrada do estacionamento dos carros pela Rua dos Patriotas, é capas de prender sua bicicleta na grade por não saber da existência de um lugar apropriado. Nos Paraciclos também não existe nenhuma sinalização indicando o nº de vagas ou a necessidade do uso de correntes e cadeados – por mais que seja uma necessidade até que obvia.
Prendi a Sophia (minha bicicleta) e me dirigi a administração do parque. Lá fui recebido pela Sra. Creusa que se identificou como educadora do parque. Solicitei a ela um e-mail de contato para realizar algumas perguntas. A reação dela foi defensiva e um pouco exaltada. Disse-me que poderia ela mesmo responder todas as perguntas, pois como educadora era capacitada para o mesmo. Não discordei, apenas expliquei que preferia fazer as perguntas por escrito pois era o procedimento padrão que tinha escolhido para o blog.
Expliquei em linhas gerais o que pretendia, que minha idéia era apenas fazer algumas perguntas e publicar junto com um relato em um blog que pretendia incentivar a bicicleta como meio de transporte. Nesta hora a Sra. Creuza demonstrou realmente preocupação e depois de me lembrar o a proibição que já tinha visto na placa, pediu para colocar em letras garrafais e piscando que: “É proibido andar de bicicleta no parque!”. Não vou colocar as letras piscantes, mas está mais que registrada a proibição, que segundo ela, é devido a acidentes que ocorreram com idosos e crianças no parque.
As perguntas, enviei por e-mail (em 10.11.08) e as reproduzo abaixo. Assim que tiver a resposta publico aqui.
1. Qual foi o motivo da implantação dos paraciclos e desde quando eles foram implantados? O projeto já está concluído ou está em fase de implantação?
2. O parque realiza ou pretende realizar campanhas educacionais ou outras ações visando incentivar a bicicleta como meio de transporte ou a sua utilização em atividades de lazer?
3. O parque disponibilizaria espaço para atividades lúdico-educativas visando a conscientização do uso da bicicleta como meio de transporte e o respeito ao ciclista?
4. Serão colocadas placas indicativas visando sinalizar a localização dos Paraciclos, sua capacidade e regras de uso?
5. Quais os motivos que levam a proibição do uso da bicicleta dentro do parque?
Avaliando: de 0 a 10, nota 6
Como Chegar
Av Nazarereth, s/n – Ipiranga
Veja aqui no Google Maps como chegar
Telefone de Informações
11 2273.7250
Horário de Funcionamento
das 05hs às 20hs
Mais sobre o parque:


Pois é, Rodrigo, deviam proibir os carros nas ruas tb, já que aconteceram tantos acidentes com idosos, crianças, mães, filhos, pais, jovens, adultos, adolescentes, motoristas, ciclistas, pedestres, motociclistas, motoboys, cachorros, gatos, pombas, e tantas outras coisas que se movem ou não.
Tenho frequentado o parque há quase 3 anos, “nunca vi um acidente”. acredito que se eles acontecem é proporcionalmente ínfimo perto da quantidade de pessoas que frequentam o parque!
Eu não ando de bicicleta, Skate, Patins… mas acredito que sua proibição acarretará em uma diminuição de frequentadores do parque, principalmente das familias que levam seus filhos, já qua na rua o número de acidentes é muito maior!!! (Conforme manifestação do Vitor Leal)
Nós sabemos que com a falta de frequência em parques a tendência é de abandono por parte dos governantes, ou seja, vai ficar pior do que já está!